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Profile: EdwardSoares
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Topic: Quem não cola não sai da escola
Posted: Monday, October 17, 2011 4:09:34 PM
Olá a todos vocês,
Aqui no Natal, quando se mata aula, se está a gazear.

Estive gazeando muito ultimamente.
Quando que ele gazeou a de história?


Não acho que venha do inglês, Sky, aliás. Se estou a "matar algum tempo" (a passar tempo) não me restrinjo ao da aula ao falar, estou a matar qualquer um.
Para gazeteiro, usamos "turista". ;)
Se estavam a falar de adolescentes, tenho 17 anos.
Até.
Topic: Luis de Camões - ALMA MINHA GENTIL
Posted: Monday, October 17, 2011 2:20:41 PM
Estrofe 20, Canto III, Os Lusíadas

"Eis aqui, quase cume da cabeça
DeEuropa toda, o Reino Lusitano,
Onde a terra se acaba e o mar começa,
E onde Febo repousa no Oceano.
Este quis o Céu justo que floresça
Nas armas contra o torpe Mauritano,
Deitando-o de si fora, e lá na ardente
África estar quieto o não consente."
Topic: EU SO FAO DE CANTANTE BRASILEIRO ROBERTO CARLOS!
Posted: Monday, October 17, 2011 1:52:10 PM
Guibor wrote:
Outro retoque: no Brasil, quando abreviamos "para", não usamos apóstrofe. Usamos, assim, "pra", ao invés de "p'ra". Estou quase certo que em Portugal usa-se assim, como o fazes, mas aqui isso é incomum.

E mais um: Apóstrofe é de estilística, apóstrofo que é o sinal gráfico. ;) Eu costumava jogar com portugueses ano passado, nunca vi nenhum usá-la com apóstrofo, aliás.
Topic: como + conjuntivo/ subjuntivo
Posted: Monday, October 17, 2011 2:25:34 AM
Olá, como estás? Bem, o que perguntas diz, na verdade, respeito à determinação ou não do objeto da oração. Deixa-me explicar melhor.

Considera a Período I:
"Quero que faças isto para mim, por favor."
Lembra-te: difere 'isso' de 'isto'.
Nota que emissor ainda não mencionou o que o quer que faças; então, o modo mais apropriado com que o receptor o deva responder é o subjuntivo, uma vez a ser 'isto' susceptível de dúvidas.

Agora, confronta o Período II com o anterior:
"Ninguém foi comprá-los; quero que faças isso para mim, por favor."
Veja que, não semelhante ao Período I, o emissor de fato mencionou o que quer que faças, 'isso', objeto direto da oração do verbo 'querer'. Dessa maneira, com o objeto explícito na oração, o modo mais apropriado é o indicativo.

Os diálogos desenvolver-se-iam da seguinte maneira, pois:
Isto
"Quero que faças isto para mim."
"Farei tudo como digas."
"Vá comprá-los, por favor."
Isso
"Ninguém foi comprá-los; quero que faças isso para mim, por favor."
"Farei tudo como dizes."

As gramáticas normativas de língua portuguesa do Brasil e de Portugal não prescrevem regras para palavras específicas em sintaxe, mas para classes, salvo exceções, notadas em seções aparte das próprias gramáticas; isso implica em dizer que não há regra para uma conjunção (e.g. como) ou advérbios etc., mas para grupos significativos. Dessa maneira, o subjuntivo é para quando for expressa dúvida, indicativo para fatos concretos.

Espero ter tornado sua questão o bastante clara. Sucesso!

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